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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Gestores empreendedores e seus papéis na perfomance das escolas de referência do Estado de Pernambuco]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Managers entrepreneurs and their roles in performance of schools of reference of the State of Pernambuco]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Escola de Referência em Ensino Médio Austro Costa. Master en Eduación. Univerisad Autonóma de Asunción. Paraguay.  ]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This article aims to examine fundamental questions about the school management in the face of new demands that the school faces in the on text of a society that is democratizing and transforming. Understand the difference in school administration and school management is essential to the understanding of modern practices of educational institutions. Another important point is to understand the limitations of the static model of the school and its leadership, the transition from a static to a dynamic, decentralization, democratization of school management and training of School managers, more specifically in this study is that the school principal being an entrepreneur and consequently adopt entrepreneurship as an alternative educational administration.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="left">&nbsp;</p>     <p align="right"><font size="3" face="Verdana"><b>ART&Iacute;CULO  ORIGINAL</b></font></p>     <p align="left">&nbsp;</p>     <p align="left"><font size="4" face="Verdana"><b>Gestores  empreendedores e seus pap&eacute;is na perfomance das escolas de refer&ecirc;ncia do Estado  de Pernambuco</b></font></p>       <p align="left"><font size="3" face="Verdana"><b><i>Managers entrepreneurs and their roles in performance  of schools of reference of the State of Pernambuco</i></b></font></p>      <p align="left">&nbsp;</p>     <p align="left"><font size="2" face="Verdana"><b>Z&eacute;lia Maria Melo de Lima Santos(1)</b></font></p>      <p align="left"><font size="2" face="Verdana"><b>Lindalva de Freitas Silva(2)</b></font></p>      <p align="left">&nbsp;</p>     <p align="left"><font size="2" face="Verdana">1. Escola de Refer&ecirc;ncia em Ensino M&eacute;dio Austro Costa.  Master en Eduaci&oacute;n. Univerisad Auton&oacute;ma de Asunci&oacute;n. Paraguay.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="left"><font size="2" face="Verdana">2. Escola Professora Jandira de Andrade Lima. Lot. Santo Ant&ocirc;nio-Limoeiro&ndash;PE.</font></p>     <p align="left"><font size="2" face="Verdana"><b>Correspondencia</b>: S&atilde;o Sebasti&atilde;o n&ordm; 1071. S&atilde;o Sebasti&atilde;o. Limoeiro. CEP:  55.700-000&ndash;Estado Pernambuco, Brasil. E-mail: zeliammelo@hotmail.com</font></p>     <p align="left"><font size="2" face="Verdana">Recibido: 18/11/2011. Aceptado: 20/04/2012.</font></p>       <p align="left">&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p align="left"><font size="2" face="Verdana"><i><b>Resumo:</b> Este artigo  tem por objetivo analisar quest&otilde;es fundamentais sobre gest&atilde;o escolar diante das  novas demandas que a escola enfrenta no contexto de uma sociedade que se  democratiza e transforma. Entender a din&acirc;mica de uma administra&ccedil;&atilde;o escolar numa  gest&atilde;o empreendedora &eacute; essencial para o entendimento das pr&aacute;ticas modernas da  Institui&ccedil;&atilde;o de Ensino. Outro ponto importante &eacute; compreender o modelo abordado e  sua dire&ccedil;&atilde;o; a transi&ccedil;&atilde;o para um modelo din&acirc;mico; a descentraliza&ccedil;&atilde;o, a  democratiza&ccedil;&atilde;o da gest&atilde;o escolar e a forma&ccedil;&atilde;o de gestores escolares, mais  especificamente neste estudo o diretor escolar tem que ser um empreendedor e  adotar conseq&uuml;entemente o empreendedorismo como&nbsp;  alternativa de uma administra&ccedil;&atilde;o educacional.</i></font></p>      <p align="left"><font size="2" face="Verdana"><i><b>Palavras-chave: </b>Gestores empreendedores, protagonismo juvenil, escola de refer&ecirc;ncia.</i></font></p>      <p align="left">&nbsp;</p>      <p align="left"><font size="2" face="Verdana"><i><b>Abstract: </b>This article aims to examine fundamental questions  about the school management in the face of new demands that the school faces in  the on text of a society that is democratizing and transforming. Understand the  difference in school administration and school management is essential to the  understanding of modern practices of educational institutions. Another  important point is to understand the limitations of the static model of the  school and its leadership, the transition from a static to a dynamic,  decentralization, democratization of school management and training of School  managers, more specifically in this study is that the school principal being an  entrepreneur and consequently adopt entrepreneurship as an alternative  educational administration.</i></font></p>      <p align="left">&nbsp;</p>      <p align="left"><font size="2" face="Verdana"><i><b>Keywords: </b>Enterprising managers,  juvenile protagonismo and reference school.</i></font></p>  <hr size="1" noshade>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify">&nbsp;</p>     <p align="left"><font size="3" face="Verdana"><b>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</b></font></p>      <p align="left"><font size="2" face="Verdana">A Escola de Refer&ecirc;ncia tem uma filosofia  empresarial, empreendedora, o que leva aos seus pares a ter um alinhamento na  condu&ccedil;&atilde;o de suas tarefas e assim alcan&ccedil;ar o resultado desejado. O problema  dessa pesquisa salienta o papel dos gestores  escolares na condu&ccedil;&atilde;o do Projeto Pol&iacute;tico Pedag&oacute;gico para alcan&ccedil;ar o sucesso  da Institui&ccedil;&atilde;o.</font></p>      <p align="left"><font size="2" face="Verdana">A humanidade entrou num processo de mudan&ccedil;as cuja  amplitude, profundidade e, sobretudo, rapidez provavelmente nunca teve um  equivalente na hist&oacute;ria. A internacionaliza&ccedil;&atilde;o da vida das sociedades  nacionais, o fen&ocirc;meno da mundializa&ccedil;&atilde;o, os problemas do meio ambiente, as  tens&otilde;es e os conflitos de um novo tipo de homem; bem como a generaliza&ccedil;&atilde;o de  certas normas e de certos comportamentos culturais que entram em conflito com  os valores tradicionais, os problemas &eacute;ticos cada vez mais complexos, dos quais  nem os indiv&iacute;duos nem as sociedades podem escapar, s&atilde;o alguns dos fatos  relevantes da nossa &eacute;poca. As sociedades, as rela&ccedil;&otilde;es entre os indiv&iacute;duos,  entre estes &uacute;ltimos e as institui&ccedil;&otilde;es, entre diversos grupos e entre na&ccedil;&otilde;es  tornam-se cada vez mais complexas. Um n&iacute;vel inicial de educa&ccedil;&atilde;o cada vez mais  elevado, constantemente renovada e completada no decorrer da vida passou a  constituir necessidade absoluta para todos os seres humanos, a fim de que eles  possam levar uma vida com sentido, obter um rumo na sociedade, enfrentar os  in&uacute;meros novos desafios e evitar-se de cair numa situa&ccedil;&atilde;o sem identidade e  objetivos claros.</font></p>      <p align="left"><font size="2" face="Verdana">Buscando o uso pleno do potencial de cada  indiv&iacute;duo, as pr&aacute;ticas da educa&ccedil;&atilde;o devem formar um painel sobre o  reposicionamento sobre os pap&eacute;is na forma&ccedil;&atilde;o das pessoas, com vistas &agrave; constru&ccedil;&atilde;o  de uma sociedade mais solid&aacute;ria. A educa&ccedil;&atilde;o tem por miss&atilde;o, por um lado,  transmitir conhecimentos sobre a diversidade da esp&eacute;cie humana e, por outro,  levar as pessoas a tomar consci&ecirc;ncia das semelhan&ccedil;as e da interdepend&ecirc;ncia  entre todos os seres humanos do planeta. Passando &agrave; descoberta do outro pela  descoberta de si mesmo, a educa&ccedil;&atilde;o deve antes de tudo ajud&aacute;-los a  descobrirem-se a si mesmos. S&oacute; ent&atilde;o poder&atilde;o, verdadeiramente, p&ocirc;r-se no lugar  dos outros e compreender as suas rea&ccedil;&otilde;es.</font></p>      <p align="left"><font size="2" face="Verdana">O conceito de educa&ccedil;&atilde;o ao longo de toda a vida  aparece, pois, como uma das chaves de acesso ao s&eacute;culo XXI. Ultrapassa a  distin&ccedil;&atilde;o tradicional entre educa&ccedil;&atilde;o inicial e educa&ccedil;&atilde;o permanente. Vem dar  resposta ao desafio de um mundo em r&aacute;pida transforma&ccedil;&atilde;o, mas n&atilde;o constitui uma  conclus&atilde;o inovadora, uma vez que j&aacute; anteriores relat&oacute;rios sobre educa&ccedil;&atilde;o  chamaram a aten&ccedil;&atilde;o para esta necessidade de um retorno &agrave; escola, a fim de se  estar preparado para acompanhar a inova&ccedil;&atilde;o, tanto na vida privada como na vida  profissional. &Eacute; uma exig&ecirc;ncia que continua v&aacute;lida e que adquire at&eacute; mais raz&atilde;o  de ser. E s&oacute; ficar&aacute; satisfeita quando todos aprendermos a aprender.</font></p>      <p align="left"><font size="2" face="Verdana">Educa&ccedil;&atilde;o um tesouro a descubrir, relat&oacute;rio para a  UNESCO da Comiss&atilde;o Internacional sobre Educa&ccedil;&atilde;o para o s&eacute;culo XXI Diante dos m&uacute;ltiplos  desafios do futuro, a educa&ccedil;&atilde;o surge como um trunfo indispens&aacute;vel &agrave; humanidade  na constru&ccedil;&atilde;o dos ideais de paz, liberdade e justi&ccedil;a social. F&eacute; no papel  essencial da educa&ccedil;&atilde;o no desenvolvimento cont&iacute;nuo, tanto das pessoas como das  sociedades. N&atilde;o como um &ldquo;rem&eacute;dio milagroso&rdquo;, mas como uma via que conduza a um  desenvolvimento humano mais harmonioso, mais aut&ecirc;ntico, fazendo recuar a  pobreza, a exclus&atilde;o social, as incompreens&otilde;es, as opress&otilde;es, as guerras.  Definiu um ideal pedag&oacute;gico para o s&eacute;culo XXI.</font></p>      <p align="left"><font size="2" face="Verdana">Para alcan&ccedil;ar as quatro aprendizagens, n&atilde;o se pode  negligenciar na educa&ccedil;&atilde;o, nenhuma das potencialidades de cada indiv&iacute;duo:  mem&oacute;ria, racioc&iacute;nio, sentido est&eacute;tico, capacidades f&iacute;sicas, aptid&atilde;o para  comunicar-se. Num momento em que os sistemas educativos formais tendem a  privilegiar o acesso ao conhecimento, em detrimento de outras formas de  aprendizagem, importa conceber a educa&ccedil;&atilde;o como um todo. Cada um dos &ldquo;quatro  pilares do conhecimento&rdquo; deve ser objeto de igual aten&ccedil;&atilde;o por parte do ensino  formal, a fim de que a educa&ccedil;&atilde;o apare&ccedil;a como uma experi&ecirc;ncia global a ser  vivenciada ao longo de toda a vida, no plano cognitivo e pr&aacute;tico, para o  indiv&iacute;duo enquanto pessoa e membro da sociedade.</font></p>      <p align="left"><font size="2" face="Verdana">Segundo o Professor Costa (2009), aponta os quatro  pilares da educa&ccedil;&atilde;o na dire&ccedil;&atilde;o de um ensino capaz de superar suas pr&oacute;prias  tend&ecirc;ncias e se abrir para pr&aacute;ticas e viv&ecirc;ncias de sentido existencial, social,  produtivo e cognitivo, de impacto mais abrangente e profundo. Isto ocorre  porque a compreens&atilde;o de que os educandos devem desenvolver com compet&ecirc;ncias  pessoais, sociais, produtivas e cognitivas permite que os alunos ultrapassem os  limites do intelectualismo permitindo o surgimento da necessidade de repensar o  conjunto das oportunidades de desenvolvimento pessoal e social oferecidas &agrave;s  novas gera&ccedil;&otilde;es.</font></p>      <p align="left"><font size="2" face="Verdana">Diante desse pressuposto percebemos a import&acirc;ncia  dos gestores escolares com uma vis&atilde;o empreendedora numa busca pelo  desenvolvimento eficaz da proposta pedag&oacute;gica escolar visando o sucesso do  educando.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="left"><font size="2" face="Verdana"><b>O Gestor  Escolar</b></font></p>      <p align="left"><font size="2" face="Verdana">Segundo Paro (2001) o conceito de Gest&atilde;o Escolar,  relativamente recente, &eacute; de extrema import&acirc;ncia para que se tenha uma escola  que atenda &agrave;s atuais exig&ecirc;ncias da vida social: formar cidad&atilde;os e oferecer,  ainda, a possibilidade de apreens&atilde;o de compet&ecirc;ncias e habilidades necess&aacute;rias e  facilitadoras da inser&ccedil;&atilde;o social. Para fim de melhor entendimento, costuma-se  classificar a gest&atilde;o escolar em tr&ecirc;s &aacute;reas, que funcionam interligadas, de modo  integrado ou sist&ecirc;mico: Gest&atilde;o  Pedag&oacute;gica, Gest&atilde;o de Recursos Humanos e Gest&atilde;o Administrativa.</font></p>      <p align="left"><font size="2" face="Verdana">Cabe ao gestor escolar, Gestor  Administrativo/Diretor, Gestor Pedag&oacute;gico/Educador de Apoio e os Gestores de  Sala de Aula/Professores, assegurar que a escola realize sua miss&atilde;o: ser um  local de educa&ccedil;&atilde;o, entendida como elabora&ccedil;&atilde;o do conhecimento, aquisi&ccedil;&atilde;o de  habilidades e forma&ccedil;&atilde;o de valores. O gestor dever&aacute; animar e articular a  comunidade educativa na execu&ccedil;&atilde;o do projeto educacional, incrementando a gest&atilde;o  participativa da a&ccedil;&atilde;o pedag&oacute;gico-administrativa, conduzindo a gest&atilde;o da escola  em seus aspectos administrativos, econ&ocirc;micos, jur&iacute;dicos e sociais. O gestor &eacute; o  articulador / mediador entre escola e comunidade. Ele deve incentivar a  participa&ccedil;&atilde;o, respeitando as pessoas e suas opini&otilde;es, no que chamamos de gest&atilde;o  democr&aacute;tica.</font></p>      <p align="left"><font size="2" face="Verdana">O gestor escolar tem de se conscientizar de que  ele, sozinho, n&atilde;o pode administrar todos os problemas da escola. O caminho &eacute; a  descentraliza&ccedil;&atilde;o, isto &eacute;, o compartilhamento de responsabilidades com alunos,  pais, professores e funcion&aacute;rios. O que se chama de gest&atilde;o democr&aacute;tica onde  todos os atores envolvidos no processo participam das decis&otilde;es. Uma vez tomada,  trata-se as decis&otilde;es coletivamente, participativamente, &eacute; preciso p&ocirc;-las em pr&aacute;ticas. Para  isso, a escola deve estar bem coordenada e administrada. N&atilde;o se quer dizer com isso  que o sucesso da escola reside unicamente na pessoa do gestor ou em uma  estrutura administrativa autocr&aacute;tica na qual ele centraliza todas as decis&otilde;es.  Ao contr&aacute;rio, trata-se de entender o papel do gestor como l&iacute;der cooperativo, o  de algu&eacute;m que consegue aglutinar as aspira&ccedil;&otilde;es, os desejos, as expectativas da  comunidade escolar e articular a ades&atilde;o e a participa&ccedil;&atilde;o de todos os segmentos  da escola na gest&atilde;o em um projeto comum. O diretor n&atilde;o pode ater-se apenas &agrave;s  quest&otilde;es administrativas. Como dirigente, cabe-lhe ter uma vis&atilde;o de conjunto e  uma atua&ccedil;&atilde;o que apreenda a escola em seus aspectos pedag&oacute;gicos,  administrativos, financeiros e culturais.</font></p>      <p align="left"><font size="2" face="Verdana">O diretor &eacute; o grande articulador da Gest&atilde;o  Pedag&oacute;gica e o primeiro respons&aacute;vel pelo seu sucesso, auxiliado, nessa tarefa,  pelos apoios pedag&oacute;gicos. A pr&aacute;tica tem mostrado que o diretor &eacute; fundamental  para dinamizar a constru&ccedil;&atilde;o coletiva do projeto, sua implanta&ccedil;&atilde;o e o  acompanhamento e verifica&ccedil;&atilde;o da realiza&ccedil;&atilde;o pr&aacute;tica do teoricamente proposto. Sua  fun&ccedil;&atilde;o envolve atividades de mobiliza&ccedil;&atilde;o, de motiva&ccedil;&atilde;o e de coordena&ccedil;&atilde;o.  Dirigir uma escola implica colocar em a&ccedil;&atilde;o os elementos do processo  organizacional (planejamento, organiza&ccedil;&atilde;o, avalia&ccedil;&atilde;o) de forma integrada e  articulada. Assim, o gestor &eacute; a figura que deve possuir a lideran&ccedil;a, no clima  de organiza&ccedil;&atilde;o da escola que pressup&otilde;e a liberdade de decidir no processo  educativo e n&atilde;o nos gabinetes burocr&aacute;ticos.</font></p>      <p align="left"><font size="2" face="Verdana">A parte burocr&aacute;tica &agrave; qual o gestor est&aacute;  condicionado gera muitas vezes falta de tempo para cuidar da parte pedag&oacute;gica.  Assim &eacute; colocada em segundo plano, a sua fun&ccedil;&atilde;o pedag&oacute;gica, as rela&ccedil;&otilde;es de  poder que se estabelecem dentro da pr&oacute;pria escola, a sua import&acirc;ncia como  articulador pedag&oacute;gico e mediador entre a escola e os segmentos da comunidade  escolar e local, bem como a import&acirc;ncia do exerc&iacute;cio da lideran&ccedil;a.</font></p>      <p align="left"><font size="2" face="Verdana">O papel do gestor escolar n&atilde;o se resume em cumprir  e fazer cumprir as leis e regulamentos escolares, nem t&atilde;o pouco passar a seus  subordinados aquilo que se deve ou n&atilde;o fazer. O gestor deve ser democr&aacute;tico,  opinar e propor medidas que visem o aprimoramento dos trabalhos escolares, o  sucesso da institui&ccedil;&atilde;o, al&eacute;m de exercer a lideran&ccedil;a administrativa e pedag&oacute;gica  visando a valoriza&ccedil;&atilde;o e o reconhecimento de todos na escola. O gestor escolar  deve agir como l&iacute;der, agindo assim ele se torna capaz de desenvolver o  potencial de trabalho de toda a equipe que o mesmo se encontra a frente. Para  conduzir bem uma equipe o gestor escolar competente sempre tem um prop&oacute;sito a  ser concretizado e uma estrat&eacute;gia de a&ccedil;&atilde;o que o leve a conquistar seus  objetivos. O gestor escolar consciente do seu papel, como l&iacute;der, com uma vis&atilde;o  empreendedora, ao perceber a inefic&aacute;cia de uma estrat&eacute;gia convoca sua equipe a  replanejamento de a&ccedil;&otilde;es a fim de alcan&ccedil;ar os resultados pretendidos.</font></p>      <p align="left"><font size="2" face="Verdana">Este profissional deve ter consci&ecirc;ncia que sua  equipe n&atilde;o se limita apenas aos alunos, professores e funcion&aacute;rios, mas a toda  comunidade escolar como os pais dos alunos, a comunidade do entorno da escola,  os parceiros, segmentos sociais que participam das atividades escolares. O  gestor escolar ser&aacute; aquele indiv&iacute;duo habilidoso em gerenciar conflitos tanto  internos como externos &agrave; escola, pois a qualquer momento ele poder&aacute; estar  envolvido em quest&otilde;es que necessitem de a&ccedil;&otilde;es mediadoras na resolu&ccedil;&atilde;o de  problemas da comunidade escolar. O gestor empreendedor ser&aacute; o sujeito capaz de  conseguir vencer desafios.</font></p>      <p align="left"><font size="2" face="Verdana">Segundo &Aacute;urea (2009) o gestor perseguidor de bons  resultados de uma escola de Refer&ecirc;ncia apresentar&aacute; um perfil empreendedor. O  mesmo passar&aacute; pelos processos do entender o modelo conceitual, princ&iacute;pios e  conceitos essenciais como o referencial te&oacute;rico que &eacute; a tecnologia empresarial  e suas concep&ccedil;&otilde;es sustentadoras. O aceitar que &eacute; o macro planejamento onde s&atilde;o  focados os planos de a&ccedil;&atilde;o, os pap&eacute;is e responsabilidades e por fim o praticar  que &eacute; a operacionaliza&ccedil;&atilde;o propriamente dita que &eacute; o programa de a&ccedil;&atilde;o, sua  execu&ccedil;&atilde;o, acompanhamento e avalia&ccedil;&atilde;o. Os gestores e educadores devem ser  l&iacute;deres conscientes da influ&ecirc;ncia que exercem sobre seus liderados, devem  sentir-se motivados a coordenar as a&ccedil;&otilde;es, a integrar os resultados e a educar  as pessoas pela atitude e pelo exemplo.</font></p>      <p align="left"><font size="2" face="Verdana">De acordo com &Aacute;urea, (2009), urge que o indiv&iacute;duo  seja ensinado a ter atitude e comportamento de &quot;dono do neg&oacute;cio&quot;. As  empresas de sucesso t&ecirc;m em seus quadros &quot;verdadeiros empreendedores&quot;.  Esses n&atilde;o t&ecirc;m medo de comprometer-se, compreendem que o sucesso exige coragem  para correr riscos, assumir compromissos e lutar por objetivos. Assim os gestores  escolares na figura do diretor e do educador de apoio a frente dessas escolas  precisam desempenhar um papel e uma vis&atilde;o empreendedora para que o sucesso seja  alcan&ccedil;ado.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="left"><font size="2" face="Verdana">Qualquer indiv&iacute;duo que possua vontade de ser  empreendedor precisa ter a vis&atilde;o de que os neg&oacute;cios s&atilde;o para gerar riquezas e  n&atilde;o destru&iacute;-las. Assim a escola dever&aacute; ter em seu projeto pedag&oacute;gico a miss&atilde;o  de sustentabilidade da empresa atrav&eacute;s da raz&atilde;o de ser da mesma. A Institui&ccedil;&atilde;o  Escolar n&atilde;o dever&aacute; ser projetada para o fracasso e sim para o sucesso.  Profissional comprometido  assume um compromisso com a educa&ccedil;&atilde;o integral, integrada ao desenvolvimento  sustent&aacute;vel que est&aacute; diretamente vinculada a um curr&iacute;culo contextualizado e  inovador, capaz de formar pessoas cidad&atilde;s que participem de forma ativa e  respons&aacute;vel, dos projetos geradores de din&acirc;micas, capazes de transformar o seu  entorno e a sua vida. Todos os atores escolares como o gestor  administrativo, o gestor pedag&oacute;gico, os gestores de sala de aula desempenham um  papel fundamental na condu&ccedil;&atilde;o do projeto pedag&oacute;gico escolar.</font></p>      <p align="left"><font size="2" face="Verdana"><b>Cultura Organizacional</b></font></p>      <p align="left"><font size="2" face="Verdana">Segundo DuBrin (2003), v&aacute;rias for&ccedil;as moldam o  comportamento de uma empresa. Freq&uuml;entemente, sua origem est&aacute; nos valores, nas  pr&aacute;ticas administrativas e na personalidade do seu gestor. A vis&atilde;o do l&iacute;der  tamb&eacute;m pode exercer forte impacto sobre a cultura da Institui&ccedil;&atilde;o. A cultura  organizacional responde &ndash; e reflete &ndash; &agrave;s escolhas conscientes e inconscientes,  aos padr&otilde;es de comportamento e aos preconceitos dos gerentes executivos. Quando  os fundadores se desligam da empresa ou tornam-se menos ativos, outros gerentes  executivos ajudam a definir a cultura.</font></p>      <p align="left"><font size="2" face="Verdana">De acordo com o pensamento de &Aacute;urea (2009), o  C&oacute;digo de Conduta de uma empresa &eacute; outro fator determinante da cultura. O  C&oacute;digo de Conduta estabelece a cultura do ambiente de trabalho e comunica as  verdadeiras atitudes dos funcion&aacute;rios. Por exemplo, um sistema disciplinar que  d&aacute; pouca import&acirc;ncia ao devido processo leva a um ambiente de trabalho dif&iacute;cil  e amea&ccedil;ador. Ao contr&aacute;rio, um sistema disciplinar com pesos e medidas leva a  uma cultura mais confort&aacute;vel e menos amea&ccedil;adora. Se administrar &eacute; realizar  tarefas atrav&eacute;s de pessoas, &eacute; importante para o administrador conhecer as  tarefas que v&atilde;o ser executadas e, tamb&eacute;m, conhecer as pessoas que v&atilde;o  realiz&aacute;-las e o n&iacute;vel de desempenho dessas pessoas na realiza&ccedil;&atilde;o das tarefas &ndash;  avalia&ccedil;&atilde;o de desempenho.</font></p>      <p align="left"><font size="2" face="Verdana">Para conhecer as pessoas, um referencial  extremamente significativo &eacute; conhecer o passado dessas pessoas. O passado das  pessoas conferiu a elas certa cultura; da&iacute; a import&acirc;ncia de estudarmos a  cultura das sociedades, das organiza&ccedil;&otilde;es e das pessoas que as integram; e  identificar at&eacute; que ponto a avalia&ccedil;&atilde;o do desempenho dessas pessoas &eacute; afetado  por essa mesma cultura em seus diferentes matizes.</font></p>      <p align="left"><font size="2" face="Verdana">A filosofia das Escolas de Refer&ecirc;ncia foca a  Educa&ccedil;&atilde;o e Avalia&ccedil;&atilde;o Interdimensional, aplica&ccedil;&atilde;o da Tecnologia Empresarial,  Pedagogia da Presen&ccedil;a, C&oacute;digo de Conduta, Plano de A&ccedil;&atilde;o, Programa de A&ccedil;&atilde;o,  Projeto Pol&iacute;tico Pedag&oacute;gico, Regimento Escolar, Cartilhas VOC&Ecirc;, aplica&ccedil;&atilde;o dos  testes internos como Perfil de Entrada e de Sa&iacute;da, An&aacute;lise do Perfil Insatisfat&oacute;rio  em cada Bimestre  letivo, Simulados, Provas, ATS (Atividades de exerc&iacute;cios em sala de aula) e  testes externos como Prova de L&iacute;ngua Portuguesa e Matem&aacute;tica para os terceiros  anos do Ensino M&eacute;dio do SAEPE, (Sistema de Avalia&ccedil;&atilde;o do Estado de Pernambuco) ENEM,  (Exame Nacional do Ensino M&eacute;dio), Vestibulares, entre outros como Concursos de  Reda&ccedil;&atilde;o e Trabalhos Cient&iacute;ficos produzidos pelos alunos formam um leque de  oportunidades oferecidas aos educandos que se bem administradas levar&aacute; ao  sucesso escolar de todos. Por isso, os gestores, al&eacute;m de ter um perfil  empreendedor, ainda precisam estar atentos para cuidar da harmoniza&ccedil;&atilde;o de todo  o ambiente escolar, incluindo n&atilde;o somente os espa&ccedil;os f&iacute;sicos, mas tamb&eacute;m as  rela&ccedil;&otilde;es interpessoais como fator principal.</font></p>      <p align="left"><font size="2" face="Verdana"><b>Pr&aacute;tica e Did&aacute;tica do Gestor  Empreendedor</b></font></p>     <p align="left"><font size="2" face="Verdana">Uma  vis&atilde;o empreendedora por parte de todos os gestores escolares como o administrativo,  pedag&oacute;gico, professores, funcion&aacute;rios e demais representantes dos diversos  segmentos escolares resume-se numa import&acirc;ncia vital para o alinhamento destes  part&iacute;cipes, significando a excel&ecirc;ncia dos resultados das a&ccedil;&otilde;es desenvolvidas na  escola durante todo ano letivo. O gestor empreendedor precisa ser  persistente e determinado, deve acreditar em si mesmo, agindo diante de  dificuldades relevantes, insistindo ou mudando estrat&eacute;gias para o enfrentamento  de desafios na supera&ccedil;&atilde;o de obst&aacute;culos, responsabilizando-se pessoalmente pelo  cumprimento das metas e objetivos estabelecidos.</font></p>      <p align="left"><font size="2" face="Verdana">Segundo Ivaneide &Aacute;urea (2009), os gestores  escolares dentro da filosofia das Escolas de Refer&ecirc;ncia assumem um papel  contributivo na constru&ccedil;&atilde;o de uma escola capaz de preparar l&iacute;deres e liderados  para assumirem postura empresarial, envolvendo planejamento, execu&ccedil;&atilde;o,  avalia&ccedil;&atilde;o e corre&ccedil;&atilde;o dos desvios em tempo h&aacute;bil; de se enxergar e se sentir  como empresa produtora de riquezas morais e, indiretamente, riquezas materiais;  de formar cidad&atilde;os &eacute;ticos, aptos a empresariar suas compet&ecirc;ncias e habilidades.  Enfim, a escola que enxerga o aluno em sua inteireza e, ao mesmo tempo, em sua  incompletude, capaz de formar novas gera&ccedil;&otilde;es de l&iacute;deres, de superar a  expectativa da comunidade e de apresentar resultados ao investidor social,  devendo, necessariamente, motivar o estudante a ser parceiro na constru&ccedil;&atilde;o de  seu projeto de vida e conscientizar os pais ou respons&aacute;veis do seu papel de  educadores familiares e, tamb&eacute;m, parceiros deste empreendimento.</font></p>      <p align="left"><font size="2" face="Verdana">&Eacute; preciso ter a clareza de que a busca de  resultados qualitativos e quantitativos n&atilde;o deve ser uma prerrogativa da  iniciativa privada. Princ&iacute;pios &eacute;ticos, atitude empresarial, busca de resultados  deveriam ser pr&eacute;-requisitos para qualquer posto de lideran&ccedil;a. Os gestores e  educadores devem ser l&iacute;deres que, conscientes da influ&ecirc;ncia que exercem sobre  liderados, sintam-se motivados a coordenar as a&ccedil;&otilde;es, a integrar os resultados e  a educar as pessoas pela atitude e pelo exemplo. Entre as principais  caracter&iacute;sticas dos empreendedores se destacam ser vision&aacute;rio, dotado de id&eacute;ias  realistas e inovadoras, baseados no planejamento de uma empresa, intervir e  propor mudan&ccedil;as; ser otimistas, capaze de enfrentar obst&aacute;culos internos e  externos, saber olhar al&eacute;m das dificuldades, com foco nos resultados.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="left"><font size="2" face="Verdana">Al&eacute;m dessas caracter&iacute;sticas o empreendedor tem um  perfil de lideran&ccedil;a, muito necess&aacute;ria para quem &eacute; respons&aacute;vel por colocar em  pr&aacute;tica as inova&ccedil;&otilde;es, m&eacute;todos e procedimentos. Ele deve estar sempre  estimulando os envolvidos na realiza&ccedil;&atilde;o das atividades, de forma a alcan&ccedil;ar o  sucesso das metas tra&ccedil;adas. Sob essa &oacute;tica, os gestores das Escolas de  Refer&ecirc;ncia (&Aacute;urea, 2009) conduzem as a&ccedil;&otilde;es pedag&oacute;gicas. Na forma&ccedil;&atilde;o Continuada  dos professores, abre-se espa&ccedil;o para discuss&atilde;o do que vai ser trabalhado.  Tra&ccedil;am-se metas para alcan&ccedil;ar o que se deseja. O acompanhamento se faz  necess&aacute;rio para corrigirem falhas e redirecionar a a&ccedil;&atilde;o desenvolvida.</font></p>      <p align="left"><font size="2" face="Verdana">O que leva os gestores escolares das Escolas de  Refer&ecirc;ncia a empreender &eacute; a paix&atilde;o  pelo trabalho, pela filosofia implementada, ao mesmo tempo o apoio que todos  recebem da Secretaria de Educa&ccedil;&atilde;o do Estado, atrav&eacute;s do Programa de Educa&ccedil;&atilde;o  Integral em rela&ccedil;&atilde;o a condu&ccedil;&atilde;o do Projeto Pedag&oacute;gico da Escola. Alguns elementos da metodologia da Pedagogia  Empreendedora s&atilde;o: utilizar o professor da pr&oacute;pria institui&ccedil;&atilde;o, que  conhece a cultura da casa, dos alunos e do meio ambiente onde cada unidade est&aacute;  inserida, dinamizar  conhecimentos j&aacute; dominados pelo professor, &eacute; voltada para a pr&aacute;tica, sendo de f&aacute;cil implementa&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o se trata de uma receita, um passo  a passo, a metodologia &eacute; recriada pelo professor na sua aplica&ccedil;&atilde;o, respeitando  a cultura da comunidade, dos alunos e da institui&ccedil;&atilde;o.</font></p>      <p align="left"><font size="2" face="Verdana">O professor possui material did&aacute;tico espec&iacute;fico e  in&eacute;dito, constru&iacute;do inteiramente para a realidade brasileira, agente de mudan&ccedil;a cultural, permite a r&aacute;pida dissemina&ccedil;&atilde;o da  cultura empreendedora, sendo concebida para ser aplicada em larga escala, com  alta dispers&atilde;o geogr&aacute;fica, n&atilde;o cria a necessidade de forma&ccedil;&atilde;o de  &quot;especialistas&quot;; n&atilde;o gera depend&ecirc;ncia da escola a consultores  externos, integra professores de  &aacute;reas diferentes, baix&iacute;ssimo custo, n&atilde;o duplicam meios e esfor&ccedil;os, a comunidade participa intensamente,  como educador e educando, considera a escola como umas das refer&ecirc;ncias de comunidade,  &eacute; geradora de capital humano e social, ap&oacute;ia-se  na gera&ccedil;&atilde;o do sonho coletivo, na constru&ccedil;&atilde;o do futuro pela comunidade, tem como  alvo a constru&ccedil;&atilde;o de um empreendedorismo capaz de gerar, e principalmente,  distribuir, renda conhecimento e poder.</font></p>      <p align="left"><font size="2" face="Verdana">A implementa&ccedil;&atilde;o da metodologia &eacute; introduzida na  escola atrav&eacute;s dos seus professores, &uacute;nica forma de se gerar auto-sufici&ecirc;ncia  pedag&oacute;gica. Para isto, &eacute; fundamental que a decis&atilde;o de implementa&ccedil;&atilde;o seja tamb&eacute;m  de cada professor. Os professores participam de semin&aacute;rios em que se preparam  para aplicar a metodologia. A partir desta base a Escola come&ccedil;a a criar a sua  pr&oacute;pria cultura empreendedora.</font></p>      <p align="left"><font size="2" face="Verdana">A Pedagogia Empreendedora &eacute; implementada atrav&eacute;s  das seguintes atividades: Palestra de sensibiliza&ccedil;&atilde;o para as lideran&ccedil;as locais,  ou seja, cidades, Semin&aacute;rio de Transfer&ecirc;ncia de Metodologia para professores da  educa&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica, Semin&aacute;rios de forma&ccedil;&atilde;o de multiplicadores e gestores.</font></p>      <p align="left"><font size="2" face="Verdana">N&atilde;o obstante, &eacute; preciso apenas que os gestores  escolares enquanto diretor, coordenador pedag&oacute;gico e professor se interessem  nessa implementa&ccedil;&atilde;o, &eacute; preciso tamb&eacute;m articular a Matriz Curricular que &eacute; um  documento onde est&atilde;o dispostas todas as disciplinas dentro de suas &aacute;reas do  conhecimento. Essa Matriz est&aacute; disposta em um n&uacute;cleo comum, onde tem as  disciplinas obrigat&oacute;rias com a carga hor&aacute;ria de cada uma e tamb&eacute;m o n&uacute;cleo  diversificado, onde a escola diante de suas necessidades locais vai oferecer  aos alunos disciplinas complementares, onde h&aacute; a possibilidade de inclus&atilde;o do  aprendizado empreendedor na escola. Acima de tudo tem que haver &ldquo;vontades&rdquo; para  esse trabalho. Essa alternativa n&atilde;o pode ser vista como mais um fardo e sim  como uma sa&iacute;da, um benef&iacute;cio que a escola oferece aos seus alunos com vistas ao  seu sucesso na vida. Vemos aqui a Escola Viva corroborando para que o aluno se  beneficie de conhecimentos que ir&atilde;o dar um norte &agrave; sua vida.</font></p>      <p align="left"><font size="2" face="Verdana"><b>Filosofia  da Escola de Refer&ecirc;ncia</b></font></p>     <p align="left"><font size="2" face="Verdana">O Programa de Educa&ccedil;&atilde;o Integral foi implantado, em  Pernambuco, para fortalecer o Ensino M&eacute;dio, transformando a escola em tempo  integral em uma pol&iacute;tica de Estado e oportunizando aos jovens pernambucanos  mais do que uma forma&ccedil;&atilde;o pedag&oacute;gica: as escolas de Refer&ecirc;ncia em Ensino M&eacute;dio  trabalham o aluno como protagonista do meio em que vivem incentivando a  participa&ccedil;&atilde;o construtiva de todos na sociedade.</font></p>      <p align="left"><font size="2" face="Verdana">No ano de 2009 foram implantadas 103 escolas com  jornada ampliada de estudo e com mias de 32 mil jovens matriculados. Em 2010,  foram mais 57 novas unidades nesse modelo de ensino. Com essa amplia&ccedil;&atilde;o, o  Programa de Educa&ccedil;&atilde;o Integral passou a atender estudantes de 103 munic&iacute;pios  pernambucanos. Essa decis&atilde;o do Governo do Estado tem o objetivo de democratizar  o ensino e de dar as mesmas oportunidades a todos os pernambucanos, sejam eles  da capital ou do interior. O Programa de Educa&ccedil;&atilde;o Integral &eacute; uma pol&iacute;tica  voltada para a melhoria da qualidade do ensino da Rede Estadual que, por meio  de inova&ccedil;&otilde;es curriculares e metodologias diversificadas, promove cidadania e  atende aos anseios da juventude. O trabalho desenvolvido nessas unidades leva  os estudantes a participarem ativamente das atividades escolares, despertando  valores e assegurando a todos o direito de aprender e de evoluir cada vez mais.</font></p>      <p align="left"><font size="2" face="Verdana">As Escolas de Refer&ecirc;ncia em Ensino M&eacute;dio do  Programa de Educa&ccedil;&atilde;o Integral oferecem ao educando uma educa&ccedil;&atilde;o diferenciada em  regime escolar de tempo integral e semi-integral, desencadeando um processo de  reflex&atilde;o voltada para a transforma&ccedil;&atilde;o da realidade. Tudo isso, tendo em vista a  forma&ccedil;&atilde;o do cidad&atilde;o capaz de interagir na sociedade em que vivemos. No plano  geral da educa&ccedil;&atilde;o integral inovadora sempre aberta a redefini&ccedil;&otilde;es e adequa&ccedil;&otilde;es  mudan&ccedil;as foram implantadas nas Escolas de Refer&ecirc;ncia e hoje representam o seu  diferencial em rela&ccedil;&atilde;o ao conte&uacute;do, m&eacute;todo e gest&atilde;o do processo educativo do  jovem do Ensino M&eacute;dio. Tais mudan&ccedil;as fundamentam-se na Proposta de Educa&ccedil;&atilde;o  Interdimensional, de autoria de Costa (2009), MODUS FASCIEND, que contempla  a&ccedil;&otilde;es educativas sistem&aacute;ticas voltadas para as quatro dimens&otilde;es do ser humano:  racionalidade, afetividade, corporeidade e espiritualidade.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="left"><font size="2" face="Verdana">Contemplando e fortalecendo no interior das  Escolas de Refer&ecirc;ncia a forma&ccedil;&atilde;o inicial em Educa&ccedil;&atilde;o Interdimensional,  j&aacute; realizada a partir de 2009, de todos os educadores das Escolas de  Refer&ecirc;ncia, foi dado in&iacute;cio &agrave; forma&ccedil;&atilde;o para acompanhamento, registro e  avalia&ccedil;&atilde;o das experi&ecirc;ncias vivenciadas nas escolas com foco nos princ&iacute;pios da  Educa&ccedil;&atilde;o Interdimensional.</font></p>      <p align="left"><font size="2" face="Verdana">Desse modo, foi criada em cada escola um n&uacute;cleo  mobilizador capaz de atuar como refer&ecirc;ncia para a implementa&ccedil;&atilde;o das diretrizes  da educa&ccedil;&atilde;o interdimensional na escola como tamb&eacute;m para contribuir na busca de  uma base de consenso em torno da ess&ecirc;ncia estruturante do Programa de Educa&ccedil;&atilde;o  Integral e de atuar no acompanhamento, registro e avalia&ccedil;&atilde;o das experi&ecirc;ncias do  Programa.</font></p>      <p align="left"><font size="2" face="Verdana">Na verdade, hoje, &eacute; pelo Programa de Educa&ccedil;&atilde;o  Integral, que o Ensino M&eacute;dio Estadual est&aacute; sendo avaliado em sua capacidade de  responder a antigos e novos desafios. E, certamente, todos que o conceberam,  implantaram, expandiram, trabalham e acreditam, est&atilde;o conscientes da grande  responsabilidade que lhes cabe: fazer a diferen&ccedil;a alcan&ccedil;ando a excel&ecirc;ncia. O Relat&oacute;rio de Jacques Delors, (2000), nos  fala da necessidade de uma educa&ccedil;&atilde;o interdimensional e fundamenta sua  necessidade contestando a pertin&ecirc;ncia dos sistemas educativos criados ao longo  dos anos.</font></p>      <p align="left"><font size="2" face="Verdana">A Educa&ccedil;&atilde;o  Interdimensional &eacute; uma proposta pedag&oacute;gica do s&eacute;culo XXI que d&aacute; sentido ao  desafio da Educa&ccedil;&atilde;o Integral e &agrave; rela&ccedil;&atilde;o atual entre os diversos espa&ccedil;os  educativos por onde nossos adolescentes circulam: escola, fam&iacute;lia, comunidade.  Ela representa um salto qualitativo para a Educa&ccedil;&atilde;o Integral de adolescentes. No  que concerne &agrave; gest&atilde;o, o Programa foi em busca da Tecnologia Empresarial  Odebrecht; de uma s&eacute;rie de princ&iacute;pios, conceitos, crit&eacute;rios e m&eacute;todos, no  decorrer de v&aacute;rias d&eacute;cadas presidindo o seu grupo de empresas, onde Costa  (2001) defende que este &eacute; mais do que um sistema de gest&atilde;o, &eacute; um modelo de  educa&ccedil;&atilde;o empresarial baseado numa filosofia de vida.</font></p>      <p align="left"><font size="2" face="Verdana">A Tecnologia Educacional Empresarial se volta  especialmente aos l&iacute;deres que se tornam respons&aacute;veis por novos l&iacute;deres e pela  cultura organizacional. Aqui, os gestores escolares, antes de tudo, devem ter  um perfil &eacute;tico, voca&ccedil;&atilde;o para servir, compromisso, esp&iacute;rito de aprendiz e  exemplo de mestre, coragem para decidir, persist&ecirc;ncia, incentivador de  responsabilidade e paix&atilde;o pelo que faz. A escola por sua vez tem a obriga&ccedil;&atilde;o de  ser um ambiente educativo, uma sociedade de confian&ccedil;a, onde l&iacute;der e liderados  se sintam motivados a dar o melhor de si, potencializando suas for&ccedil;as e  minimizando fragilidades.</font></p>      <p align="left"><font size="2" face="Verdana">Os princ&iacute;pios e valores que norteiam esta  tecnologia formam a base da institui&ccedil;&atilde;o e despertam sentimentos de pertencimento  e autoestima. O gestor empres&aacute;rio, confiando na equipe e estabelecendo  comunica&ccedil;&atilde;o com o investidor social, obt&eacute;m recursos para viabilizar seu neg&oacute;cio  que &eacute; a garantia de um ensino p&uacute;blico de qualidade. A import&acirc;ncia do gestor &eacute;  tanta que ele acaba sendo elo de motiva&ccedil;&atilde;o entre educadores e educandos,  comunidade e investidor social. Assim a organiza&ccedil;&atilde;o reage &agrave; paix&atilde;o dos l&iacute;deres,  caso o l&iacute;der n&atilde;o consiga passar esse sentimento, n&atilde;o pode esperar que os  liderados o demonstrem. Para tanto, &eacute; preciso ser entusiasta e respeitar o que  se faz para poder contaminar os liderados e manter a equipe unida em torno dos  objetivos que se quer alcan&ccedil;ar.</font></p>      <p align="left"><font size="2" face="Verdana">Educar faz acontecer o Programa de A&ccedil;&atilde;o dos  gestores escolares, possibilitando ao gestor coordenar as a&ccedil;&otilde;es das diversas  &aacute;reas do conhecimento. O gestor empres&aacute;rio &eacute;, ao mesmo tempo, educador e  educando. Os resultados alcan&ccedil;ados s&atilde;o diretamente proporcionais ao ciclo de  vida da organiza&ccedil;&atilde;o que s&atilde;o sobreviv&ecirc;ncia, crescimento e sustentabilidade. Sobreviv&ecirc;ncia, o futuro de cada empresa depende da  capacidade de inova&ccedil;&atilde;o, produtividade e gera&ccedil;&atilde;o de riquezas. Aqui o alcance das  metas vai al&eacute;m dos investimentos e dos esfor&ccedil;os empregados.</font></p>      <p align="left"><font size="2" face="Verdana">Crescimento, o crescimento est&aacute; centrado na efici&ecirc;ncia, demonstra, nitidamente, os  indicadores da efic&aacute;cia, onde s&oacute; existe efic&aacute;cia se h&aacute; efici&ecirc;ncia. Vai al&eacute;m da  gera&ccedil;&atilde;o e do reinvestimento dos resultados. Coordenar as a&ccedil;&otilde;es, integrar os  resultados e educar o jovem tem como foco a aquisi&ccedil;&atilde;o das habilidades b&aacute;sicas  requeridas para a vida acad&ecirc;mica ou mundo do trabalho. O l&iacute;der deve conquistar  a confian&ccedil;a da equipe e superar as expectativas da comunidade. O l&iacute;der por sua  vez, tem que trabalhar a equipe para n&atilde;o permitir que o talento de um se  sobreponha ao outro, uma vez que isso gera desarmonia entre o grupo.</font></p>      <p align="left"><font size="2" face="Verdana">Grande parte dos conflitos existentes no ambiente  escolar &eacute; proveniente da falta de comunica&ccedil;&atilde;o entre as pessoas daquele ambiente  de trabalho. Comunicar, &eacute; tornar comum, &eacute; compartilhar conhecimentos,  informa&ccedil;&otilde;es, atitudes, resultados. &Eacute; influenciar e se permitir ser  influenciado. Isso tamb&eacute;m pode ser sentido atrav&eacute;s do exemplo, enquanto  comportamento onde se compartilha valores, conceitos, habilidades. Assim se  formam as atitudes gerando confian&ccedil;a.</font></p>      <p align="left"><font size="2" face="Verdana">O gestor deve ter a comunica&ccedil;&atilde;o como foco, n&atilde;o  podendo perder esta refer&ecirc;ncia para n&atilde;o colocar em risco a sinergia da equipe.  Para tais comunica&ccedil;&otilde;es, podemos entrar em contato com a <b>pedagogia da presen&ccedil;a</b>, onde o gestor &eacute; um educador que dedica  tempo, presen&ccedil;a, experi&ecirc;ncias e exemplo aos seus liderados. <b>Educa&ccedil;&atilde;o pelo trabalho</b>, que &eacute; a  forma&ccedil;&atilde;o cont&iacute;nua dos integrantes da equipe em suas tecnologias espec&iacute;ficas e  na arte de compartilhar o conhecimento, sendo uma metodologia de respeito e  confian&ccedil;a para todo o conjunto escolar, garantindo assim, a parceria. <b>Delega&ccedil;&atilde;o planejada</b>, sendo a forma&ccedil;&atilde;o  de novos l&iacute;deres e educandos em servi&ccedil;o, aqui pode tratar do aluno monitor que  &eacute; trabalhado pelo coordenador pedag&oacute;gico e professor para assumir um papel de  lideran&ccedil;a perante seus colegas. Este aluno assume fun&ccedil;&otilde;es dentro da proposta  pedag&oacute;gica escolar de l&iacute;der, compartilha seus saberes com os colegas e ajuda no  desenvolvimento do projeto pedag&oacute;gico escolar como colaborador. Nas aulas de  refor&ccedil;o escolar, l&aacute; est&atilde;o os alunos monitores, que ajudam a trabalhar as dificuldades  dos colegas em determinados conte&uacute;dos. Assim, ele lidera o refor&ccedil;o escolar e d&aacute;  um exemplo de colabora&ccedil;&atilde;o para dinamiza&ccedil;&atilde;o da proposta pedag&oacute;gica da escola.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="left"><font size="2" face="Verdana"><b>Como Enfoque  Metodol&oacute;gico da A&ccedil;&atilde;o Educativa encontram-se: Educa&ccedil;&atilde;o para Valores e a Forma&ccedil;&atilde;o  do Jovem enquanto Pessoa Aut&ocirc;noma.</b></font></p>      <p align="left"><font size="2" face="Verdana">Costa (2001), diz que o conhecimento n&atilde;o  necessariamente muda o comportamento. &Eacute; comum, por exemplo, um jovem saber  sobre a import&acirc;ncia do uso do preservativo durante suas rela&ccedil;&otilde;es sexuais e,  ainda assim, contrair Doen&ccedil;as Sexualmente Transmiss&iacute;veis - DST&rsquo;s. Por que isso  acontece? Isso ocorre, porque ele tem o conhecimento sobre o assunto em pauta,  mas n&atilde;o tem as atitudes e nem os comportamentos alinhados com a dimens&atilde;o  cognitiva assimilada.</font></p>      <p align="left"><font size="2" face="Verdana">Distinguindo o processamento dos conhecimentos e  dos valores pelas pessoas, podemos reafirmar que os conhecimentos entram nelas  pela via da assimila&ccedil;&atilde;o e saem traduzidos em compet&ecirc;ncias, habilidades e  capacidades. J&aacute; o caminho para a entrada dos valores nas pessoas s&atilde;o as  pr&aacute;ticas e viv&ecirc;ncias que resultam em mudan&ccedil;a de comportamentos e atitudes. Os  conhecimentos respondem: O que eu sei. Os valores respondem: O que eu sou.</font></p>      <p align="left"><font size="2" face="Verdana">Acima de tudo, os valores precisam ser  vivenciados, para que o jovem possa, se necess&aacute;rio, (re) significar - &eacute; atribuir  um novo valor. E o que &eacute; universo de valores? &Eacute; tudo aquilo que pesa na hora de  se tomar uma decis&atilde;o: valores, princ&iacute;pios, cren&ccedil;as, pontos de vista, interesses  e sentimentos.</font></p>      <p align="left"><font size="2" face="Verdana">Educar para valores &eacute; criar espa&ccedil;os, situa&ccedil;&otilde;es e  condi&ccedil;&otilde;es para que o educando se viabilize enquanto pessoa aut&ocirc;noma, dotando-o  de bons crit&eacute;rios para fazer duas coisas: analisar situa&ccedil;&otilde;es e tomar atitudes  fundamentadas diante delas. A viv&ecirc;ncia de valores &eacute; vital, pois o educando tem  a oportunidade de (re) significar, atribuir um novo valor ao seu mundo  interior, assumindo uma atitude b&aacute;sica diante da vida, que constitui um  somat&oacute;rio de pequenos atos. Se uma pessoa tem o otimismo enquanto atitude  b&aacute;sica diante da vida, ela demonstrar&aacute; uma s&eacute;rie de pequenos e grandes atos,  evidenciando que ela &eacute; otimista. Em contrapartida, se sua atitude b&aacute;sica diante  da vida for de pessimismo, ela tamb&eacute;m o demonstrar&aacute; uma s&eacute;rie de atos nessa  dire&ccedil;&atilde;o. Criativo ou repetitivo. Pr&oacute;-ativo ou reativo Altru&iacute;sta ou ego&iacute;sta.</font></p>      <p align="left"><font size="2" face="Verdana"><b>Protagonismo  Juvenil: A Forma&ccedil;&atilde;o do Jovem enquanto cidad&atilde;o solid&aacute;rio</b></font></p>     <p align="left"><font size="2" face="Verdana">O Protagonismo Juvenil &eacute; um m&eacute;todo inovador de  a&ccedil;&atilde;o educativa voltado para o trabalho com adolescentes e jovens. Nele, o  educando tem a oportunidade de vivenciar acontecimentos e situa&ccedil;&otilde;es que s&atilde;o  favor&aacute;veis &agrave; sua forma&ccedil;&atilde;o para o exerc&iacute;cio solid&aacute;rio da cidadania. Segundo  Chaborneau (1968), &ldquo;Adolescente &eacute; um ser que se procura e se experimenta&rdquo;. Ele  se procura, porque &eacute; na adolesc&ecirc;ncia que duas tarefas cruciais precisam ser  trabalhadas pelo educando: construir sua identidade (compreender-se e  aceitar-se) e construir seu projeto de vida, tra&ccedil;ar um caminho vi&aacute;vel entre o  seu ser e o seu querer ser. S&atilde;o dois dilemas t&iacute;picos da fase da adolesc&ecirc;ncia. O  primeiro (identidade), procurando responder: quem sou? E o segundo (projeto de  vida), indagando: as quest&otilde;es o que eu vou ser? O que eu quero ser?</font></p>      <p align="left"><font size="2" face="Verdana">O adolescente se procura, porque ele est&aacute; buscando  se compreender e se aceitar, al&eacute;m de se experimentar, pois ele &eacute; aberto &agrave;  experimenta&ccedil;&atilde;o, que constitui um terreno f&eacute;rtil para se trabalhar a proposta do  protagonismo juvenil, enquanto laborat&oacute;rio da educa&ccedil;&atilde;o para valores e para a  cidadania. A educa&ccedil;&atilde;o tradicional considera o educando como recept&aacute;culo: um ser  acr&iacute;tico, n&atilde;o participativo, cuja aprendizagem se d&aacute; predominantemente pela via  da memoriza&ccedil;&atilde;o. Este m&eacute;todo de ensino foi bastante combatido por Paulo Freire,  que o denominou Educa&ccedil;&atilde;o Banc&aacute;ria.</font></p>      <p align="left"><font size="2" face="Verdana">A proposta do Protagonismo Juvenil o educando &eacute;  considerado como interlocutor e parceiro no planejamento e desenvolvimento de  projetos sociais e educativos, para intervir construtiva e solidariamente em  determinada dimens&atilde;o da realidade. Ele n&atilde;o &eacute; visto, apenas, como parte do  problema, mas, antes e acima de tudo, como parte da solu&ccedil;&atilde;o. Ele n&atilde;o brinca de  resolver problemas; n&atilde;o existe nenhum o&aacute;sis pedag&oacute;gico no qual ele lida  ludicamente com situa&ccedil;&otilde;es simuladas. Na verdade, ele &eacute; confrontado e desafiado  com problemas reais ligados ao contexto da sala de aula; da escola; da sua vida  familiar; do seu entorno s&oacute;cio-comunit&aacute;rio e da sua vida social.</font></p>      <p align="left"><font size="2" face="Verdana">O educando deve ter motiva&ccedil;&atilde;o (bons motivos) para  ser um co-autor, co-ator e um co-produtor de projetos sociais e educativos.  Ele, portanto, &eacute; fonte de tr&ecirc;s coisas: fonte de iniciativa, porque ele age,  fonte de liberdade, porque ele faz escolhas, fonte de compromisso, porque ele  responde pelos resultados do projeto do qual participa. Uma vis&atilde;o sint&eacute;tica do  desenvolvimento da proposta do Protagonismo Juvenil pode ser obtida por  interm&eacute;dio de tr&ecirc;s etapas-chave. Trata-se de um m&eacute;todo de trabalho educativo  dirigido a adolescentes e jovens que tem: a participa&ccedil;&atilde;o com base, a  colabora&ccedil;&atilde;o como meio e a autonomia como fim.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="left"><font size="2" face="Verdana">A escala da participa&ccedil;&atilde;o retrata os caminhos e os  descaminhos da participa&ccedil;&atilde;o dos alunos em projetos de protagonismo juvenil.  Nesta, &eacute; poss&iacute;vel identificar as formas de n&atilde;o participa&ccedil;&atilde;o, (manipulada,  simb&oacute;lica e/ou decorativa), participa&ccedil;&atilde;o (decis&atilde;o, planejamento, execu&ccedil;&atilde;o,  avalia&ccedil;&atilde;o e apropria&ccedil;&atilde;o dos resultados) e participa&ccedil;&atilde;o aut&ocirc;noma dos discentes. Fazer  com e, n&atilde;o, fazer para os educandos. A op&ccedil;&atilde;o por uma destas duas possibilidades  muda inteiramente a abordagem dos trabalhos, em termos da proposta de se  desenhar, implementar e desenvolver projetos, para intervir em determinadas  situa&ccedil;&otilde;es-problema.</font></p>      <p align="left"><font size="2" face="Verdana">Quando fazemos para os alunos, tolhemos sua  liberdade de cria&ccedil;&atilde;o, de express&atilde;o, de produ&ccedil;&atilde;o, de participa&ccedil;&atilde;o, porque n&oacute;s,  educadores, nos colocamos como os atores principais do processo, reservando aos  destinat&aacute;rios de nossas a&ccedil;&otilde;es um papel secund&aacute;rio e discreto no processo.  Assim, o educador tutela o educando, decidindo, planejando, vislumbrando e  buscando o que considera ser o melhor para ele, sem sintonizar-se com tudo  aquilo que o jovem verdadeiramente almeja para si mesmo; para os outros; para o  mundo e o enriquecimento de seu horizonte vital.</font></p>      <p align="left"><font size="2" face="Verdana">Em contrapartida, uma vez que o educador procura,  sempre que poss&iacute;vel, sistematizar, decidir, planejar, executar e avaliar com os  educandos ele se coloca para estes como um consultor respons&aacute;vel pela media&ccedil;&atilde;o  dos trabalhos, procurando levar em conta as reais demandas que brotam nos  cora&ccedil;&otilde;es e nas mentes dos jovens, ou seja, seus desejos, sonhos, interesses,  expectativas, perspectivas e projetos.</font></p>      <p align="left"><font size="2" face="Verdana">Os jovens enquanto co-autores, co-atores e  co-produtores de projetos sociais e educativos, buscando a resolu&ccedil;&atilde;o de  problemas reais, com a orienta&ccedil;&atilde;o e apoio dos educadores, visando ampliar seus  n&iacute;veis de autonomia, s&atilde;o os verdadeiros balizadores da mensagem essencial dessa  proposta, que &eacute; tamb&eacute;m uma aposta no potencial dos adolescentes e jovens. O  objetivo dessa pesquisa &eacute; investigar a import&acirc;ncia do perfil empreendedor dos  gestores escolares numa busca constante de resultados dentro do Plano de  Moderniza&ccedil;&atilde;o para a Educa&ccedil;&atilde;o do Estado de Pernambuco.</font></p>       <p align="justify">&nbsp;</p>     <p align="left"><font size="3" face="Verdana"><b>METODOLOGIA</b></font></p>     <p align="left"><font size="2" face="Verdana">Considerando que uma gest&atilde;o empreendedora pode contribuir  para uma melhor perfomance das Escolas de Refer&ecirc;ncia e que esta vis&atilde;o  influencia nos resultados escolares, realizamos uma pesquisa qualiquantitativa  atrav&eacute;s da an&aacute;lise de documentos da Escola Austro Costa do Munic&iacute;pio de  Limoeiro-Pernambuco-Brasil onde mostra os avan&ccedil;os da Institui&ccedil;&atilde;o quando no ano  de 2008 ocorreu a mudan&ccedil;a de Escola de Ensino Regular para Escola de Refer&ecirc;ncia  em Ensino M&eacute;dio. Para atingir o que est&aacute; proposto acima, foram efetuadas  compara&ccedil;&otilde;es dos dados do SAEPE dos anos de 2008 (Escola de Ensino regular) e  2009 (Escola de Refer&ecirc;ncia).</font></p>      <p align="left"><font size="2" face="Verdana">No ano de 2008, os dados ser&atilde;o analisados quando a  escola ainda n&atilde;o se utilizava de uma vis&atilde;o de gest&atilde;o empreendedora e no ano de  2009 como Escola de Refer&ecirc;ncia em que mostra os avan&ccedil;os da Unidade escolar  atrav&eacute;s dos resultados alcan&ccedil;ados nas &aacute;reas de L&iacute;ngua Portuguesa e Matem&aacute;tica.  Foram consultados documentos utilizados pelo Programa de Educa&ccedil;&atilde;o Integral da  Secretaria de Educa&ccedil;&atilde;o em que os gestores utilizam para fazer o monitoramento  da execu&ccedil;&atilde;o da Proposta Pedag&oacute;gica com todos os envolvidos no processo. A  an&aacute;lise dessa pesquisa foi feita com a metodologia de an&aacute;lise de conte&uacute;do de  Bardin. Segundo Bardin (1977, p. 42), a an&aacute;lise  de conte&uacute;docompreende:</font></p>      <p align="left"><font size="2" face="Verdana"><i>um conjunto de t&eacute;cnicas de an&aacute;lise das comunica&ccedil;&otilde;es,  visando obter, por procedimentos, sistem&aacute;ticos e objetivos de descri&ccedil;&atilde;o do  conte&uacute;do das mensagens, indicadores (quantitativos ou n&atilde;o) que permitem a  infer&ecirc;ncia de conhecimentos relativos &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es de produ&ccedil;&atilde;o/recep&ccedil;&atilde;o  (vari&aacute;veis inferidas) dessas mensagens</i>.</font></p>      <p align="left"><font size="2" face="Verdana">A  hip&oacute;tese &eacute; de que uma gest&atilde;o empreendedora pode contribuir para uma educa&ccedil;&atilde;o de  qualidade. Essa hip&oacute;tese comprova-se pelo avan&ccedil;o significativo dos resultados  avaliativos internos e externos que a Escola Austro Costa apresentou no ano de  2009, ap&oacute;s tornar-se Escola de Refer&ecirc;ncia. Para atingir os objetivos propostos,  realizamos uma pesquisa qualiquantitativa atrav&eacute;s de question&aacute;rios com quest&otilde;es  fechadas e abertas envolvendo professores, equipe gestora, alunos, pais de  alunos, parceiros e pessoas da comunidade.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="left"><font size="2" face="Verdana">A  pesquisa teve in&iacute;cio a partir da implanta&ccedil;&atilde;o da Escola de Refer&ecirc;ncia em Ensino M&eacute;dio Austro  Costa no ano de 2009 que passou de uma Escola de Ensino Regular para uma Escola  de Refer&ecirc;ncia em Ensino M&eacute;dio. Foram utilizados question&aacute;rios para os  educadores escolares, familiares e educandos a fim de verificar o n&iacute;vel de  satisfa&ccedil;&atilde;o com a condu&ccedil;&atilde;o do processo pedag&oacute;gico pelos gestores escolares. Foram  organizados pela pesquisa quadro de valores, gr&aacute;ficos, figuras e quadro de  diagn&oacute;stico dos resultados nas disciplinas que apresentavam resultados cr&iacute;ticos  como L&iacute;ngua Portuguesa e Matem&aacute;tica. Para an&aacute;lise dos dados apresentamos  quadros de diagn&oacute;sticos com 100% dos alunos do 3&deg; ano do ensino m&eacute;dio  envolvidos na pesquisa, especificamente de forma censit&aacute;ria atrav&eacute;s de testes  de L&iacute;ngua Portuguesa e Matem&aacute;tica, procurando detectar os avan&ccedil;os nos  resultados das disciplinas citadas atrav&eacute;s do resultado do IDEPE (&Iacute;ndice de  Desenvolvimento da Educa&ccedil;&atilde;o de Pernambuco) e SAEPE (Sistema de Avalia&ccedil;&atilde;o da  Educa&ccedil;&atilde;o de Pernambuco).</font></p>      <p align="justify">&nbsp;</p>     <p align="left"><font size="3" face="Verdana"><b>RESULTADOS  E DISCUSS&Otilde;ES</b></font></p>     <p align="left"><font size="2" face="Verdana"><b>Situa&ccedil;&atilde;o 1: </b>Resultados da Escola  Austro Costa no SAEPE 2008 (Sistema de Avalia&ccedil;&atilde;o do Estado Pernambuco).  Matem&aacute;tica, 3&deg; Ano do Ensino M&eacute;dio. O <b><i><a href="#1a06f1">gr&aacute;fico 1 </a></i></b>apresenta a m&eacute;dia escolar na  disciplina de matem&aacute;tica equivalente a 211,22 demonstrando um baixo rendimento  com perman&ecirc;ncia da escola no n&iacute;vel elementar I na avalia&ccedil;&atilde;o do SAEPE.</font></p>       <p align="center"><a name="1a06f1"></a></p>     <p align="left">&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="../../../../../img/revistas/riics/v8n1/1a06f1.jpg"></p>       <p align="left"><font size="2" face="Verdana">Resultados  da Escola Austro Costa no SAEPE 2008 L&iacute;ngua Portuguesa - 3&deg; Ano do Ensino M&eacute;dio.  O <b><i><a href="#1a06f2">gr&aacute;fico 2</a></i></b> apresenta a m&eacute;dia escolar na disciplina de L&iacute;ngua Portuguesa  equivalente a 199,01&nbsp; demonstrando um  baixo rendimento com perman&ecirc;ncia da escola no n&iacute;vel elementar I na avalia&ccedil;&atilde;o do  SAEPE (Sistema de Avalia&ccedil;&atilde;o do Estado Pernambuco), tendo esta disciplina um  resultado inferior ao de matem&aacute;tica.</font></p>      <p align="center"><a name="1a06f2"></a></p>     <p align="left">&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><img src="../../../../../img/revistas/riics/v8n1/1a06f2.jpg"></p>      <p align="left"><font size="2" face="Verdana">A <b><i><a href="#1a06t1">tabela 1</a></i></b> do ano de 2008 refere-se aos  &iacute;ndices alcan&ccedil;ados pela Escola em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s metas (aprova&ccedil;&atilde;o, frequ&ecirc;ncia e  perman&ecirc;ncia dos alunos na escola) estabelecidas pela SEE (Secretaria de  Educa&ccedil;&atilde;o de Pernambuco), onde a Escola Austro Costa apresentou um resultado de  1,81, comprovando os baixos &iacute;ndices educacionais da Escola.</font></p>      <p align="center"><a name="1a06t1"></a></p>     <p align="left">&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="../../../../../img/revistas/riics/v8n1/1a06t1.jpg"></p>       <p align="left"><font size="2" face="Verdana"><b>SITUA&Ccedil;&Atilde;O 2: </b>Resultados  da Escola Austro Costa no SAEPE 2009 Matem&aacute;tica - 3&deg; Ano do Ensino Medio. O  <b><i><a href="#1a06f3">gr&aacute;fico 3 </a></i></b> apresenta a m&eacute;dia escolar na disciplina de matem&aacute;tica equivalente a  240,32&nbsp; demonstrando um baixo rendimento  com perman&ecirc;ncia da escola no n&iacute;vel elementar I na avalia&ccedil;&atilde;o do SAEPE (Sistema  de Avalia&ccedil;&atilde;o do Estado Pernambuco). Comparando os resultados do ano de 2008  onde a escola obteve 211,22 em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; 2009 com (240,32), percebemos um  avan&ccedil;o em termos de resultado nesta disciplina.</font></p>      <p align="center"><a name="1a06f3"></a></p>     <p align="left">&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="../../../../../img/revistas/riics/v8n1/1a06f3.jpg"></p>      <p align="left"><font size="2" face="Verdana">Resultados da Escola Austro Costa no SAEPE 2009  L&iacute;ngua Portuguesa - 3&deg; Ano do Ensino M&eacute;dio. O <b><i><a href="#1a06f4">gr&aacute;fico 4</a></i></b> apresenta a m&eacute;dia  escolar na disciplina de L&iacute;ngua. Portuguesa equivalente a 221,52&nbsp; demonstrando um baixo rendimento com  perman&ecirc;ncia da escola no n&iacute;vel elementar I na avalia&ccedil;&atilde;o do SAEPE (Sistema de  Avalia&ccedil;&atilde;o do Estado Pernambuco). Comparando os resultados do ano de 2008 onde a  escola obteve 199,01 em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; 2009 com (221,52), percebemos um avan&ccedil;o em  termos de resultado nesta disciplina.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><a name="1a06f4"></a></p>     <p align="left">&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="../../../../../img/revistas/riics/v8n1/1a06f4.jpg"></p>       <p align="left"><font size="2" face="Verdana">A <b><i><a href="#1a06t2">tabela 2</a></i></b> do ano de 2009 refere-se aos &iacute;ndices alcan&ccedil;ados pela Escola em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s metas  (aprova&ccedil;&atilde;o, frequ&ecirc;ncia e perman&ecirc;ncia dos alunos na escola) estabelecidas pela  SEE (Secretaria de Educa&ccedil;&atilde;o de Pernambuco), onde a Escola Austro Costa  apresentou um resultado de (3,42), comprovando apesar dos baixos &iacute;ndices  educacionais da Escola um avan&ccedil;o em rela&ccedil;&atilde;o ao ano de 2008 (1,81).</font></p>      <p align="center"><a name="1a06t2"></a></p>     <p align="left">&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="../../../../../img/revistas/riics/v8n1/1a06t2.jpg"></p>       <p align="left"><font size="2" face="Verdana">Esta pesquisa teve como finalidade fornecer  informa&ccedil;&otilde;es aos educadores da relev&acirc;ncia de uma gest&atilde;o empreendedora. Foram  analisados gr&aacute;ficos e tabelas que demonstram os avan&ccedil;os dos resultados do  ensino-aprendizagem compreendidos entre os anos de 2008 e 2009.</font></p>      <p align="left"><font size="2" face="Verdana">Observamos que especificamente no ano de 2009 com  a implanta&ccedil;&atilde;o da Escola de Refer&ecirc;ncia tendo como filosofia um perfil de um  gestor empreendedor, baseada numa proposta focada na forma&ccedil;&atilde;o cidad&atilde; dos alunos  como atores protagonistas de sua pr&oacute;pria hist&oacute;ria, a Escola Austro Costa  alcan&ccedil;ou as metas estabelecidas pela Secretaria Estadual de Educa&ccedil;&atilde;o de  Pernambuco, elevando os &iacute;ndices apresentados no ano de 2008.</font></p>      <p align="left"><font size="2" face="Verdana">Os resultados comprovam a efic&aacute;cia de uma gest&atilde;o  focada na miss&atilde;o, valores e vis&atilde;o de futuro da escola, confirmando o objetivo  geral da pesquisa. A partir de m&eacute;todos de abordagem qualitativa e quantitativa  foi realizado um estudo de caso na Escola de Refer&ecirc;ncia em Ensino M&eacute;dio Austro  Costa, objetivando analisar a vis&atilde;o empreendedora dos gestores escolares e a  aplica&ccedil;&atilde;o da educa&ccedil;&atilde;o empreendedora e da educa&ccedil;&atilde;o interdimensional, atrav&eacute;s do  desenvolvimento do Projeto Pol&iacute;tico Pedag&oacute;gico Escolar.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="left"><font size="2" face="Verdana">Considerando a melhoria nos &iacute;ndices educacionais  no ano de 2009, pode-se compreender a import&acirc;ncia de um trabalho pautado no  perfil de um gestor empreendedor. Para tanto, &eacute; necess&aacute;rio um trabalho baseado  na reflex&atilde;o e no alinhamento das a&ccedil;&otilde;es pedag&oacute;gicas e administrativas.</font></p>       <p align="justify">&nbsp;</p>     <p align="left"><font size="3" face="Verdana"><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></font></p>      <!-- ref --><p align="left"><font size="2" face="Verdana">Ac&uacute;rcio, M. R.  B. (coord). (2005). <i>O empreendedorismo na  escola</i>. Porto Alegre/Belo Horizonte: Artmed/Rede Pit&aacute;goras.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=165635&pid=S2226-4000201200010000600001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="left"><font size="2" face="Verdana">&Aacute;urea, I. (2009). <i>TEAR - Tecnologia  Empresarial Aplicada &agrave; Educa&ccedil;&atilde;o: Gest&atilde;o e Resultados</i>. Recife: Livro R&aacute;pido.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=165636&pid=S2226-4000201200010000600002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="left"><font size="2" face="Verdana">Bardin, L. (2004). <i>Analise de conte&uacute;do</i>. 4&ordf; Ed. Lisboa: Edi&ccedil;&otilde;es 70.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=165637&pid=S2226-4000201200010000600003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="left"><font size="2" face="Verdana">Barreto, L. P.  (1998). <i>Educa&ccedil;&atilde;o para o Empreendedorismo</i>.  Salvador: Escola de Administra&ccedil;&atilde;o de Empresa da Univ. Cat&oacute;lica de Salvador.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=165638&pid=S2226-4000201200010000600004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="left"><font size="2" face="Verdana">Barros, T. (2010). <i>Plano Did&aacute;tico  do M&oacute;dulo III da Forma&ccedil;&atilde;o Continuada do Educador de Apoio das Escolas de  Refer&ecirc;ncia em Ensino   M&eacute;dio de Pernambuco  Programa de Educa&ccedil;&atilde;o Integral</i>.  Recife: EREM/SEDUC/PE.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=165639&pid=S2226-4000201200010000600005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="left"><font size="2" face="Verdana">Barros, T. e Costa, A. G. da (2009). <i>Acompanhando  e avaliando com base no que diz a lei</i>. Minas Gerais: Modus Faciendi.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=165640&pid=S2226-4000201200010000600006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="left"><font size="2" face="Verdana">Barros, T. e Costa, A. G. da (2009). <i>Guia  pr&aacute;tico de an&aacute;lise de situa&ccedil;&atilde;o em estabelecimentos de ensino - Vers&atilde;o  preliminar para reflex&atilde;o e debate</i>. Minas Gerais: Modus  Faciendi.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=165641&pid=S2226-4000201200010000600007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="left"><font size="2" face="Verdana">Bernardi, L. A.  (2003). <i>Manual de Empreendedorismo e  Gest&atilde;o  Fundamentos, Estrat&eacute;gias e Din&acirc;micas</i>. S&atilde;o Paulo: Atlas.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=165642&pid=S2226-4000201200010000600008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="left"><font size="2" face="Verdana">Bolzan, R.F.F.  de A. (1998). <i>O conhecimento tecnol&oacute;gico e o paradigma educacional</i>. (Disserta&ccedil;&atilde;o Mestrado). Univer. Federal  de Santa Catarina, Florian&oacute;polis.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=165643&pid=S2226-4000201200010000600009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="left"><font size="2" face="Verdana">Brasil. Estatuto da Crian&ccedil;a e do Adolescente N&ordm;  8.069. (1990). <i>Disp&otilde;e do Estatuto da  Crian&ccedil;a e do Adolescente e d&aacute; outras providencias</i>. Dispon&iacute;vel  em: www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L8069.htm</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=165644&pid=S2226-4000201200010000600010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="left"><font size="2" face="Verdana">Brasil. Lei de  Diretrizes e Bases da Educa&ccedil;&atilde;o Nacional N&ordm; 9.394. (1996). <i>Estabelece as diretrizes e bases da educa&ccedil;&atilde;o nacional</i>. Bras&iacute;lia:  Dispon&iacute;vel em: www.portal.mec.gov.br/setec</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=165645&pid=S2226-4000201200010000600011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="left"><font size="2" face="Verdana">Cambi, F. (1999). <i>Hist&oacute;ria da Pedagogia</i>. S&atilde;o Paulo: Editora  UNESP.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=165646&pid=S2226-4000201200010000600012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="left"><font size="2" face="Verdana">Chalita, G. (2009). <i>Educa&ccedil;&atilde;o-a solu&ccedil;&atilde;o est&aacute; no afeto</i>. S&atilde;o  Paulo: Editora Gente.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=165647&pid=S2226-4000201200010000600013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="left"><font size="2" face="Verdana">Costa, A.C.G. da. (2001). <i>O Professor como  Educador</i>. Salvador: F. L. E. Magalh&atilde;es.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=165648&pid=S2226-4000201200010000600014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="left"><font size="2" face="Verdana">Delors, J. (1999<i>). Educa&ccedil;&atilde;o: um Tesouro a Descobrir.  Relat&oacute;rio para UNESCO da Comiss&atilde;o Internacional sobre Educa&ccedil;&atilde;o para o s&eacute;culo  XXI. Educa&ccedil;&atilde;o: um Tesouro a Descobrir</i>. S&atilde;o Paulo: Cortez Editor.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=165649&pid=S2226-4000201200010000600015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="left"><font size="2" face="Verdana">Dolabela,  F. (1999). <i>Oficina do Empreendedor</i>.  6&ordf;ed. 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